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Grito de alerta das bases empreendedoras


<p class="western"><strong>Grito de alerta das bases empreendedoras</strong></p> <p><br />A primeira entidade de classe do Brasil e a mais antiga das Américas nasceu das atividades comerciais exercidas durante o império. A mais de 200 anos empresários do comércio se organizaram e fundaram na Bahia sua primeira associação com o objetivo de influir nos eventos políticos, econômicos e sociais daquela época.</p> <p class="western" align="JUSTIFY">Ao longo de toda essa história os comerciantes sempre estiveram a frente do desenvolvimento econômico e social do País como propulsores da economia real, apesar de seu protagonismo são as vezes deixados de lado num processo de auscultação governamental. Na última quinta-feira(22) a presidente Dilma Rousseff reuniu-se com um grupo de 28 grandes empresários da indústria do brasileira para anunciar que irá tomará medidas econômicas nas próximas semanas para aumentar a competitividade da indústria nacional. Segundo relatos a presidenta assegurou que não irá proteger, mas defender o setor produtivo nacional com investimento em infraestrutura e redução de impostos para alguns setores.</p> <p class="western" align="JUSTIFY">As medidas a serem anunciadas segundo agentes do governo propiciarão maiores condições &agrave;s empresas brasileiras para competir com os produtos importados. Para a Associação Comercial de Ceilândia(ACIC), com 35 anos de experiencia na defesa do micro, pequeno e médio empreendedor, os organizadores desse movimento levaram a presidenta Dilma uma fotografia não completa da realidade do setor produtivo nacional quando não incluem demandas da representação da mola mestre da economia real, os micro, pequenos e médios empresários do Brasil, empreendedores que a cada dia matam um leão para sobreviver frente a carga de tributos a que são submetidos.</p> <p class="western" align="JUSTIFY">Para destacar a necessidade de se incluir o pequeno empreendedor nas discussões de crescimento do PIB nacional basta verificar o que diz o SEBRAE, das 5 milhões de empresas instaladas no Brasil, 98% são de pequenas e micro empresas e desse total 53% delas são geradoras do conjunto de postos de trabalho com carteira assinada no país. O passo dado pela presidenta foi importante, mas há que se abrir espaço para discussão dos problemas enfrentados pelo principal protagonista da economia real, o micro, pequeno e médio empreendedor, para que ele possa demonstrar as dificuldades de caminhar sozinho frente a concorr&ecirc;ncia e competição dos grandes atacadistas com suas redes de varejo, o ataque do produto chin&ecirc;s, as feiras ilegais, camelôs e principalmente os 70% de encargos sociais sobre a folha de pagamento da mão de obra contratada.</p> <p class="western" align="JUSTIFY">Diante disto acreditamos que os próximos passos da Presidente Dilma Rousseff, rumo ao alavancamento do crescimento do PIB nacional, precisa levar em consideração o grito de alerta das bases empreendedoras, os micro, pequenos e médios empreendedores, sustentáculo do desenvolvimento brasileiro. Ceilândia-DF, 27 de março de 2012</p>

Notícia publicada em: 26/03/2012